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07/02/2014
Seminário Hydrogen Fuel Cells Bus lança discussão para criação de consórcio nacional

O evento, numa organização da AP2H2 em parceria com o Energy In e CHIC 2 - Clean Hydrogen In European Cities, contou com a participação de representantes da indústria automóvel, entre outros players nacionais. 

 «Estamos disponíveis para um projeto de demonstração [de autocarros com  pilhas de combustível]. Mas como não temos disponibilidade financeira, teremos de ver que oportunidades surjem com os projetos de financiamento existentes. Se for criado um consórcio nacional para implementar um projeto de demonstração, nós estamos interessados». Foi assim que Jorge Nabais, diretor de Inovação e Desenvolvimento da Carris, respondeu ao desafio lançado no Seminário Hydrogen Fuel Cells Bus, que teve lugar no auditório da Carris (Lisboa) a 27 de Junho.

António Costa, representante da Toyota no evento, sublinhou que «acreditamos que o hidrogénio é um combustível de futuro». Desde 1992 que a Toyota está a desenvolver protótipos com hidrogénio nos segmentos de carros, autocarros e empilhadores, tendo anunciado em Junho que no próximo ano o público poderá adquirir finalmente o seu veículo a hidrogénio, nos mercados que disponibilizam infraestruturas de abastecimento. É por isso que Portugal está fora deste mapa, explicou o responsável. Ainda assim, a constituição de um consórcio nacional poderá vir a mudar esta posição do fabricante de automóveis. «Se existisse a mesma vontade política que criou o Mobi.e, acredito que no mesmo período de tempo teríamos mais carros a hidrogénio do que temos hoje carros elétricos em Portugal. Tudo por causa do desempenho dos automóveis», acrescentou ainda António Costa.

Desde 2010, a Fuel Cells and Hydrogen Joint Undertaking (FCH JU) financiou um total de 32 projetos no domínio dos transportes, com cerca de 168 milhões de euros anunciou Carlos Navas, daquela organização.

A maior fatia deste orçamento, cerca de 61 milhões de euros, destinou-se a projetos de demonstração com autocarros de pilhas de combustível. Perto de 46 milhões de euros foram alocados a demonstrações com veículos elétricos e pilhas de combustível, cerca de 40 milhões de euros a projetos de investigação e demonstração e outros 15 milhões de euros a sistemas de energia de apoio (baterias).

 Os projetos de demonstração implicaram a circulação de 250 carros, 67 autocarros e o funcionamento de 23 estações de abastecimento a hidrogénio, segundo a organização.



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